Informação Sindical

Nota Informativa – 04 de fevereiro de 2026

SITUAÇÃO DE CALAMIDADE – PEDIDO DE MEDIDAS EXCECIONAIS

Na sequência da declaração de situação de calamidade pública pelo Governo, em vigor até 8 de fevereiro, e da situação extremamente difícil vivida por muitos colegas, o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) informa que, no passado Domingo, solicitou desde logo à Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) a emissão urgente de orientações clarificadoras para todos os tribunais.

O nosso objetivo é o de, na sequência dos graves efeitos da depressão Kristin, garantir que nenhum Oficial de Justiça / Funcionário de Justiça afetado sofra ainda mais penalizações do que aquelas que já sofreu por força da necessidade de tratar de situações urgentes decorrentes desta catástrofe.

As nossas diligências têm-se focado nos seguintes pontos:

  • Justificação de Faltas: Garantir a aceitação de ausências motivadas por danos na habitação, falta de transporte ou necessidade de assistência urgente a familiares e dependentes;
  • Segurança Remuneratória e Disciplinar: Garantir a inexistência de quaisquer consequências negativas (remuneratórias ou disciplinares) para quem foi diretamente afetado por esta catástrofe, nas situações devidamente comprovadas;
  • Flexibilidade Organizacional: Garantir a adoção de critérios uniformes de gestão para evitar desigualdades entre tribunais das zonas afetadas e garantir uma resposta humana e justa.

O capital humano é considerado o ativo mais importante de qualquer organização, mormente de setores chave do Estado como é o da Justiça. Compete ao organismo que nos tutela – a DGAJ – demonstrar, nomeadamente em situações muito particulares como a que vivemos atualmente, que também é essa a visão que tem para os Oficiais de Justiça / Funcionários de Justiça.

O SFJ permanece atento e em contacto com a tutela de forma a assegurar que a proteção dos trabalhadores acompanha a gravidade do contexto excecional que vivemos.

O Secretariado Nacional do SFJ

Nota Informativa - 04fev2026

Nota de Pesar

O Sindicato dos Funcionários Judiciais manifesta o seu mais profundo pesar pelo falecimento, ocorrido hoje, de Pedro Diniz, anterior Coordenador Regional da Madeira do SFJ.

Pedro Diniz foi um sindicalista dedicado, reconhecido pelo seu firme compromisso com a defesa dos trabalhadores judiciais e com a causa pública. Ao longo do seu percurso, deixou uma marca indelével de empenho e espírito de serviço.

A sua partida prematura entristece-nos profundamente, tanto mais pelos muitos anos que ainda tinha pela frente para continuar a contribuir, com a mesma dedicação e convicção, para a valorização do setor e para o bem comum.

Neste momento de dor e consternação, o Sindicato dos Funcionários Judiciais endereça à família, amigos e colegas as mais sentidas condolências, associando-se ao seu luto e prestando homenagem à sua memória.

À família enlutada, aos amigos e aos colegas, a nossa solidariedade.
À memória de Pedro Diniz, o nosso reconhecimento e respeito.

O Sindicato dos Funcionários Judiciais

30 de janeiro de 2026 – DRE

Nota de Solidariedade

O Sindicato dos Funcionários Judiciais manifesta o seu lamento pelos prejuízos causados pela tempestade Kristin, que afetou diversas regiões do país, com particular incidência na zona Centro, atingindo colegas nossos e as respetivas comunidades.

O SFJ acompanha com preocupação os impactos humanos e materiais decorrentes desta situação excecional, sublinhando a importância de uma resposta célere, eficaz e adequada por parte das entidades públicas competentes, no quadro do estado de calamidade decretado.

Neste contexto, expressamos a nossa empatia institucional para com todos os colegas afetados, desejando que o processo de reposição da normalidade decorra com a maior brevidade possível.

Sindicato dos Funcionários Judiciais

NOTA DE REPÚDIO E DE ESCLARECIMENTO 

O Sindicato dos Funcionários Judiciais repudia por completo a comunicação assinada pelo presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), no pretérito dia 22.01.2026, publicada na webpage daquele sindicato visando o ainda vogal do COJ, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do SFJ, Administrador Judiciário da Comarca de Faro e colega de todos nós, Vítor Norte.

Nessa publicação, foram feitas ACUSAÇÕES IGNÓBEIS, TOTALMENTE FALSAS e DESPROVIDAS DE QUALQUER FUNDAMENTO ou adesão à realidade, que colocaram, e colocam, em causa a honra e o bom nome de alguém que tanto tem dado à nossa classe, seja a título individual como oficial de justiça, como sindicalista, ou como vogal do COJ.

1° – O colega Vítor Norte, ao contrário da acusação que lhe foi dirigida, nunca obstaculizou a divulgação da lista B e da sua campanha. Pelo contrário! Divulgou desde logo pela sua Comarca todo o material de campanha da lista B, conforme lhe foi solicitado por essa lista! 

2° – A postura do nosso colega Vítor Norte, nas suas mais variadas funções, nomeadamente enquanto Administrador Judiciário, tem sido irrepreensível para com todos os colegas que lidera, constituindo um verdadeiro exemplo! 

3° – Ao contrário de outros, nunca desempenhou qualquer papel qual Dr Jekyll and Mr Hyde, estando sempre na linha da frente da defesa de todos os colegas. Quem com ele trabalha, ou trabalhou, sabe que é verdade!

Aliás, basta ver qual foi a lista que solicitou aos Administradores Judiciários que difundissem os seus materiais de campanha para todos os colegas dos respetivos tribunais/comarcas… Não foi a lista A!

Adiante.

Importa realçar que, aquando daquela publicação (22.01.2026), estávamos no primeiro dia do período aberto à votação para a eleição dos Oficiais de Justiça para vogais do COJ.

Por muito que fosse o desespero do subscritor e da sua lista B (não se encontra outra justificação!), nada justificava uma atitude daquelas – com acusações totalmente falsas – na véspera de um ato eleitoral tão importante para a nossa classe.

E porque “quem não se sente não é filho de boa gente”, o SFJ ainda ponderou reagir de imediato, mas determinou o (nosso) bom senso que, para bem da carreira dos Oficiais de Justiça e da sua imagem, a preocupação principal fosse de que a classe se focasse nas propostas das listas a sufrágio, bem como na capacidade dos colegas que as compunham, defendendo, acima de tudo, a solenidade e a importância de um ato eleitoral para um órgão tão importante para a carreira dos Oficiais de Justiça.

O mentor da lista B, em vez do recurso a jogadas dignas de outras latitudes, deveria antes ter-se preocupado em fazer campanha de forma limpa. 

Isto é brincar com toda uma classe e manifesta uma leviandade (que não é de agora) na abordagem de questões muito sérias.

Será que a intenção é apenas “dividir para reinar”? Deixa-se ao critério de cada um…

Não vale tudo! Muito menos falta de ética!

O Secretariado Nacional do SFJ