Notícias

19 de janeiro de 2026 – DRE

  • Regulamento de Execução (UE) 2026/101 da Comissão, de 15 de janeiro de 2026, que estabelece as especificações técnicas e outros requisitos aplicáveis ao sistema informático descentralizado, tal como referidos no Regulamento (UE) 2023/2844 do Parlamento Europeu e do Conselho, no que diz respeito aos procedimentos e processos estabelecidos pelos atos jurídicos enumerados no anexo I, pontos 3 e 4, e pelos atos jurídicos enumerados no anexo II, pontos 1, 10 e 11, desse regulamento, e ao procedimento estabelecido pelo artigo 19.o-A do Regulamento (UE) 2020/1784 do Parlamento Europeu e do Conselho, tal como introduzido pelo artigo 24.o, n.o 3, do Regulamento (UE) 2023/2844 do Parlamento Europeu e do Conselho para a citação ou notificação eletrónica de atos através do ponto de acesso eletrónico europeu.
  • Lei n.º 5/2026 – Cria a Comissão Técnica Independente para avaliação dos incêndios de agosto de 2025 em território de Portugal continental.

15 de dezembro de 2026 – DRE

  • Despacho n.º 428/2026 – Atualização das normas orientadoras para a gestão da dívida pública e das ­disponibilidades de tesouraria ― proposta 2026.
  • Despacho n.º 432/2026 – Fixa o valor de depósito aplicável às embalagens de bebidas abrangidas pelo Sistema de Depósito e Reembolso (SDR), nos termos do artigo 30.º-E do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na redação atual.

SEIVD: 6 anos de caos – Correio da Justiça – CMJornal

Seis anos após a criação das SEIVD, tribunais especializados em violência doméstica que começaram a funcionar em janeiro de 2020, seria justo esperar mais maturidade e humanidade em 2026. O que encontramos é improviso. Mudaram nomes, juntaram municípios e afundaram secções, mas não colocaram quem tramite processos. As secretarias continuam sem braços, sem saúde mental e a trabalhar no limite, enquanto as vítimas esperam. Ao longo de 2025 morreram 26 vítimas. Milhares de processos urgentes passam pelas secretarias: audição de crianças, declarações para memória futura, medidas de coação, acompanhamento em tele assistência e arguidos detidos. Tudo depende de magistrados do MP e oficiais de justiça em falta crónica. Não existe mapa próprio de pessoal. Criaram estruturas especializadas sem equipas especializadas. É como inaugurar um hospital sem enfermeiros e pedir paciência aos doentes. As vítimas esperam, os processos acumulam, equipas exaustas fazem o impossível. O problema não é passageiro, é estrutural e conhecido há anos. Falta decisão. Equipa s próprias, estáveis e formadas. Não há outra via.

14 de janeiro de 2026 – DRE

 

 

13 de janeiro de 2026 – DRE