Resultados finais das eleições para o C.O.J.

21/01/2011 | Comunicados

Resultados
finais das eleições para o C.O.J.


  • Lista A
    (apresentada pelo SFJ) – 2.657 votos
  • Lista B (apresentada pelo SOJ) – 483 votos
  • Votos Brancos – 481 votos
  • Votos Nulos – 107 votos

 

Eleitos os 4
vogais da Lista A, apresentada por este Sindicato.

Apesar das
inconcebíveis decisões da Comissão Eleitoral (leia-se DGAJ e SOJ), já
denunciadas no nosso anterior comunicado, que inviabilizou que mais de 700
votos fossem considerados, numa vergonhosa atitude de desconsideração para com
aqueles colegas, a Lista A apresentada pelo Sindicato dos Funcionários
Judiciais ganhou de forma esmagadora as eleições para o C.O.J.

Estes
resultados não deixam dúvidas quanto à vontade dos oficiais de justiça e são
uma resposta inequívoca da classe, que disse estar ao lado do seu Sindicato na
defesa dos nossos interesses e do prestigio do COJ e para isso escolheu os
colegas que melhor podem desempenhar as respectivas funções de vogais daquele
Conselho.

Cumpre dar os
parabéns aos candidatos eleitos, Felisbela
Barradas, Francisco Barros, Fernando Ferreira e Fernando
Jorge Andrade
, bem como aos respectivos suplentes.

Mas os parabéns
são também devidos a todos os oficiais de justiça que souberam, mais uma vez,
dar uma resposta consciente e responsável demonstrando uma maturidade que a
todos nos deve orgulhar.

Por tudo isto,
consideramos que esta vitória é fundamentalmente uma vitória dos nossos
candidatos, do efectivo prestígio e consideração que têm junto da classe e é
também uma vitória de todos os oficiais de justiça que pretendem uma
representação da classe no COJ, que nos dignifique e prestigie.

Mas claro que há
derrotados!

E quem perdeu
de forma inequívoca estas eleições foi o SOJ!

Isso é
incontornável!

De notar que se
a eleição fosse para 5 vogais tínhamos elegido os 5!

Temos respeito
por todos os oficiais de justiça, independentemente de serem ou não nossos
associados ou de serem sócios do SOJ. Mas somos contra todas as atitudes ou
acções que visem dividir a classe. Porque isso, só aproveita à Administração.

Com este
resultado os oficiais de justiça quiseram também dizer que não há necessidade
de haver dois sindicatos e que querem a unidade da nossa classe.

O SFJ tudo tem feito, tudo fará para que essa unidade
seja um facto, sempre no respeito pelas organizações de classe existentes e,
sobretudo, pelo legítimo direito de crítica e divergência, consubstanciado em
eleições livres e democráticas.

Estamos, como
sempre, disponíveis para todas as acções que visem contribuir para essa unidade
da classe dos oficiais de justiça certos de que a mesma não se consegue com a
criação de mais sindicatos ou associações.

Agora, é
importante manter esta vontade de participação e intervenção cívica de todos
para, numa altura difícil para os funcionários, unirmos esforços para os
difíceis combates sócio profissionais que se perfilam.

Que cada um
saiba assumir as suas responsabilidades.

O SFJ estará sempre na frente da luta pelos interesses
dos funcionários e na defesa de uma sistema de justiça moderno e credível.
Contamos com todos!

O Secretariado
do SFJ



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