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	<description>Sindicato dos Funcionários Judiciais</description>
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		<title>OE2027: Funcionários judiciais desiludidos querem compromissos concretos e ameaçam greve &#8211; Executive Digest &#8211; 09out2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recortes de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) manifestou-se desiludido com a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), criticou a falta de compromissos concretos de valorização destes trabalhadores e voltou a ameaçar com greve. O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) manifestou-se desiludido com a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), criticou a falta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) manifestou-se desiludido com a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), criticou a falta de compromissos concretos de valorização destes trabalhadores e voltou a ameaçar com greve.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) manifestou-se desiludido com a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), criticou a falta de compromissos concretos de valorização destes trabalhadores e voltou a ameaçar com greve.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Governo apresentou, para outras carreiras da Justiça, compromissos quantificados de recrutamento e promoções. O SFJ saúda essa valorização, que esses profissionais merecem, e exige igual clareza para os oficiais de justiça. O Ministério da Justiça tem de responder às necessidades de todas as carreiras que asseguram o funcionamento do sistema judicial”, lê-se no comunicado hoje divulgado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o SFJ a referência à valorização da carreira dos oficiais de justiça é vaga e “não responde às perguntas essenciais” que o sindicato quer ver respondidas, nomeadamente quando e quantos profissionais vão ser recrutados e quando serão abertos concursos de promoção, frisando que a falta de oficiais de justiça compromete o funcionamento da Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o SFJ, “a desilusão resulta da distância entre o compromisso de valorizar a carreira e a ausência de respostas concretas sobre a sua execução”, sublinhando que falta “execução efetiva” ao diploma recente sobre ingressos e promoções na carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do próximo mês, de discussão na especialidade pelo parlamento do OE2027, o SFJ quer “um plano de recrutamento para 2027, com número de admissões, financiamento e calendário de entrada em funções”, assim como concursos urgentes de promoção e para chefias.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as reivindicações está também a conclusão da revisão dos estatutos, com “negociação séria e com compromissos calendarizados”.</p>
<p style="text-align: justify;">“O SFJ levará estas exigências ao Governo e a todos os grupos parlamentares. Na ausência de respostas concretas, ponderará novas formas de luta, incluindo a greve, no quadro das decisões dos seus órgãos competentes”, lê-se no comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">O sindicato refere que os oficiais de justiça “não aceitam mais um ano de compromissos sem execução” e afirma sobre a proposta do OE2027, que “encontra verbas para modernizar a Justiça”, que “falta perceber quando encontrará uma solução para quem todos os dias a faz funcionar”.</p>
<p style="text-align: justify;">O orçamento da Justiça para 2027 ultrapassa os 2,1 mil milhões de euros, com a despesa total consolidada a aumentar 9,3% para 2.128,4 milhões de euros, a maioria para despesa com pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o documento, quase dois terços da despesa (1.355,6 milhões de euros) são com pessoal, seguindo-se a aquisição de bens e serviços, com 422,9 milhões de euros, destinados sobretudo à atividade corrente do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos de Justiça (IGFEJ) (209,6 milhões), da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (67 milhões) e à Direção-Geral da Administração da Justiça (49,8 milhões).</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta prevê ainda investimentos de 155,7 milhões de euros, dos quais 58 milhões para, através do IGFEJ, “financiamento de obras e/ou construção em edifícios do Ministério da Justiça (tribunais, estabelecimentos prisionais, instalações da Polícia Judiciária, entre outros)”, e 43,3 milhões para esta força policial, “destinados à requalificação de edificado, apetrechamento operacional e modernização tecnológica”.</p>
<p style="text-align: justify;">O Governo entregou na quinta-feira na Assembleia da República a proposta de OE2027.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta de Orçamento prevê um crescimento da economia de 2,3% este ano e de 2,1% em 2027 e contas equilibradas este ano e um excedente de 0,1% em 2027.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta vai ser discutida e votada na generalidade entre 27 e 28 de outubro. A votação final global está marcada para 24 de novembro, após o processo de debate na especialidade.</p>
<p><em>in: https://executivedigest.sapo.pt/oe2027-funcionarios-judiciais-desiludidos-querem-compromissos-concretos-e-ameacam-greve/</em></p>
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		<title>08 de outubro de 2026 &#8211; DRE</title>
		<link>https://sfj.pt/noticias/noticias-do-dia/08-de-outubro-de-2026-dre/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=08-de-outubro-de-2026-dre</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 08:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Decreto-Lei n.º 201/2026, de 8 de outubro – Estabelece um suplemento extraordinário de pensões &#8211; Atribui em 2026 um suplemento de pensão, de concessão única, aos pensionistas com pensões mais baixas. Quem abrange: pensionistas de invalidez, velhice e sobrevivência da Segurança Social, pensionistas por aposentação, reforma e sobrevivência do regime de proteção social convergente (CGA) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/201-2026-1178225509"><strong>Decreto-Lei n.º 201/2026, de 8 de outubro</strong> </a>– Estabelece um suplemento extraordinário de pensões &#8211;<br />
Atribui em 2026 um suplemento de pensão, de concessão única, aos pensionistas com pensões mais baixas.</p>
<ul>
<li>Quem abrange: pensionistas de invalidez, velhice e sobrevivência da Segurança Social, pensionistas por aposentação, reforma e sobrevivência do regime de proteção social convergente (CGA) e pensionistas do setor bancário. As pensões têm de ser devidas até 30 de novembro de 2026 e o total mensal das pensões não pode exceder 3 × IAS (1611,39 €).</li>
<li>Valores: 200 € (pensões até 537,13 €), 150 € (até 1074,26 €) e 100 € (até 1611,39 €).</li>
<li>Exclusões: pensões por incapacidade permanente ou morte decorrentes de doença profissional, outras pensões indemnizatórias, pensões não contributivas da CGA, complemento por dependência, por cônjuge a cargo e solidário para idosos.</li>
<li>Pagamento: junto com a pensão de dezembro de 2026, sem necessidade de pedido. Pago pelo ISS ou pela CGA, consoante a pensão, e proporcionalmente por cada uma se o pensionista tiver pensões nos dois regimes.</li>
<li>Regime fiscal: isento de retenção na fonte de IRS, impenhorável e sem efeito no cálculo do complemento solidário para idosos.</li>
<li>Entrada em vigor: no dia seguinte ao da publicação, ou seja, a 9 de outubro de 2026.</li>
</ul>
</li>
<li><strong><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/despacho/12248-2026-1178262472">Despacho n.º 12248/2026 </a></strong>(Tribunal Judicial da Comarca de Faro) &#8211; Delegação e subdelegação de competências no secretário de justiça do Núcleo de Loulé.</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/acordao-extrato/706-2026-1178262469"><strong>Acórdão (extrato) n.º 706/2026 (Tribunal Constitucional)</strong></a><br />
Não julga inconstitucional a alínea a) do n.º 5 das Instruções Gerais da Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, aprovada em anexo ao Decreto-Lei n.º 352/2007, de 23 de outubro, quando interpretada no sentido de que a bonificação do fator 1.5 aí prevista é aplicável a todo e qualquer sinistrado que tenha 50 ou mais anos, quer já tenha essa idade no momento do acidente, quer só depois venha a atingir essa idade, desde que não tenha anteriormente beneficiado da aplicação desse fator, quando em incidente de revisão de incapacidade se venha a provar, em exame pericial ou em sede de junta médica, que não existiu qualquer agravamento.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Informação &#8211; Correio da Justiça &#8211; CMJornal</title>
		<link>https://sfj.pt/noticias/recortes/informacao-correio-da-justica-cmjornal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=informacao-correio-da-justica-cmjornal</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 08:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recortes de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[No trabalho, na família ou na vida sindical, comunicar com clareza ajuda a acompanhar processos, mas comunicar só funciona se quem recebe parar um instante para ler. Ao longo do tempo acumulam-se notas, relatórios, esclarecimentos, artigos, notícias, vídeos e a presença constante nos locais de trabalho. O conteúdo existe, mas nem sempre é consultado. Entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No trabalho, na família ou na vida sindical, comunicar com clareza ajuda a acompanhar processos, mas comunicar só funciona se quem recebe parar um instante para ler. Ao longo do tempo acumulam-se notas, relatórios, esclarecimentos, artigos, notícias, vídeos e a presença constante nos locais de trabalho. O conteúdo existe, mas nem sempre é consultado. Entre a rapidez das redes e a circulação de comentários informais, perdem-se detalhes e criam-se certezas apressadas.<br />
Instala-se a ideia de que falta comunicação, quando o que faltou foi consulta da informação.<br />
E informar não garante o resultado esperado, porque esse resultado não depende só de quem escreve. Na Justiça, isto pesa ainda mais. Divulgar um processo não significa que esteja concluído; há negociações e decisões que dependem de várias entidades. Consultar as fontes fidedignas ajuda a separar o que está decidido do que permanece em discussão. Discordar faz parte, mas com leitura atenta discutimos com verdade. Temos o dever de comunicar com transparência; cabe a cada um de nós a responsabilidade de procurar saber.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-20152" src="https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/CM_RS_07out2026-554x1024.png" alt="" width="554" height="1024" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma negociação não é uma cedência de valores fundamentais &#8211; Novo episódio De Viva Voz</title>
		<link>https://sfj.pt/noticias/recortes/uma-negociacao-nao-e-uma-cedencia-de-valores-fundamentais-novo-episodio-de-viva-voz/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uma-negociacao-nao-e-uma-cedencia-de-valores-fundamentais-novo-episodio-de-viva-voz</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 14:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recortes de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1080px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-20146-1" width="1080" height="1920" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/SFJ-_Regina-Soares-video-01-OUT.mp4?_=1" /><a href="https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/SFJ-_Regina-Soares-video-01-OUT.mp4">https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/SFJ-_Regina-Soares-video-01-OUT.mp4</a></video></div>
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		<item>
		<title>A verdade deve prevalecer — esclarecimento da Presidente do SFJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Informação Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[A verdade deve prevalecer, sobretudo quando estão em causa os direitos e a confiança dos oficiais de justiça. Neste esclarecimento, a Presidente do SFJ, Regina de Almeida Soares, reafirma as posições defendidas na reunião no Ministério da Justiça e repõe o contexto das suas intervenções. Os associados têm direito a informação rigorosa, para formarem a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade deve prevalecer, sobretudo quando estão em causa os direitos e a confiança dos oficiais de justiça. Neste esclarecimento, a Presidente do SFJ, Regina de Almeida Soares, reafirma as posições defendidas na reunião no Ministério da Justiça e repõe o contexto das suas intervenções. Os associados têm direito a informação rigorosa, para formarem a sua opinião com base em factos.</p>
<div style="width: 1080px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-20142-2" width="1080" height="1920" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/SFJ_Esclarecimentos_1OUT_v2.mp4?_=2" /><a href="https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/SFJ_Esclarecimentos_1OUT_v2.mp4">https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/SFJ_Esclarecimentos_1OUT_v2.mp4</a></video></div>
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		<item>
		<title>A Justiça não cabe no SIADAP &#8211; Correio da Justiça &#8211; CMJornal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 09:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recortes de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo não pode tratar os Oficiais de Justiça como funcionários de um serviço qualquer. Somos uma carreira especial, basilar no funcionamento diário dos tribunais, órgãos de soberania, e do Ministério Público. Por isso, rejeitamos a imposição do SIADAP como modelo de avaliação. Não por resistência à avaliação — queremos ser (bem) avaliados — mas porque [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Governo não pode tratar os Oficiais de Justiça como funcionários de um serviço qualquer. Somos uma carreira especial, basilar no funcionamento diário dos tribunais, órgãos de soberania, e do Ministério Público. Por isso, rejeitamos a imposição do SIADAP como modelo de avaliação. Não por resistência à avaliação — queremos ser (bem) avaliados — mas porque exigimos uma avaliação séria, justa e adequada às funções que exercemos. E não estamos sozinhos. Os pareceres dos órgãos do sistema de Justiça são claros: o Conselho Superior da Magistratura defendeu um regime próprio e específico; o Conselho Superior do Ministério Público não encontrou vantagem para a Justiça ou para a carreira na aplicação do SIADAP; e o Conselho dos Oficiais de Justiça pugnou expressamente pela sua não aplicação. Ignorar estes pareceres é ignorar quem conhece os tribunais por dentro. Avaliar Oficiais de Justiça através de quotas e métricas administrativas é tentar encaixar a Justiça numa folha de Excel. O Governo deve perceber: a especificidade não é um privilégio. É garantia de uma Justiça independente, responsável e de qualidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-20138" src="https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/10/CM_RS_01out2026-556x1024.png" alt="" width="556" height="1024" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>30 de setembro de 2026 &#8211; DRE</title>
		<link>https://sfj.pt/noticias/noticias-do-dia/30-de-setembro-de-2026-dre/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=30-de-setembro-de-2026-dre</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Portaria n.º 447/2026/1 &#8211; Estabelece o regime de aplicação da medida excecional da Reserva Agrícola para a Tempestade Kristin, prevista no Regulamento de Execução (UE) 2026/1698 da Comissão, aplicável ao território continental. Deliberação (extrato) n.º 1125/2026 &#8211; Clarifica a delegação de competências do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais no presidente do CSTAF. Despacho (extrato) n.º [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/447-2026-1175177141" data-link="">Portaria n.º 447/2026/1 &#8211; </a>Estabelece o regime de aplicação da medida excecional da Reserva Agrícola para a Tempestade Kristin, prevista no <a href="https://data.europa.eu/eli/reg/2026/1698/oj?locale=pt">Regulamento de Execução (UE) 2026/1698</a> da Comissão, aplicável ao território continental.</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/deliberacao-extrato/1125-2026-1175168978" data-link="">Deliberação (extrato) n.º 1125/2026 &#8211; </a>Clarifica a delegação de competências do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais no presidente do CSTAF.</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/despacho-extrato/11933-2026-1175168979" data-link="">Despacho (extrato) n.º 11933/2026 &#8211; </a>Determina o regime de atribuição e utilização de telefones móveis, cartões e equipamentos de acesso móvel à Internet (hotspots) no Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais.</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/deliberacao-extrato/1126-2026-1175168981" data-link="">Deliberação (extrato) n.º 1126/2026 &#8211; </a>Nomeação, em comissão de serviço, de magistrados do Ministério Público coordenadores de comarca.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Informação Sindical 29 de setembro de 2026 &#8211; REUNIÃO NEGOCIAL DE 25 DE SETEMBRO COM O GOVERNO</title>
		<link>https://sfj.pt/destaques/informacao-sindical-29-de-setembro-de-2026-reuniao-negocial-de-25-de-setembro-com-o-governo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=informacao-sindical-29-de-setembro-de-2026-reuniao-negocial-de-25-de-setembro-com-o-governo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 20:42:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Informação Sindical]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sfj.pt/?p=20125</guid>

					<description><![CDATA[No passado dia 25 de setembro, teve lugar nova reunião negocial entre os sindicatos, o Ministério da Justiça e o Ministério das Finanças, os quais estiveram representados pelo Senhor Secretário de Estado Adjunto da Justiça, Dr. Gonçalo da Cunha Pires, e pela Senhora Secretária de Estado da Administração Pública, Dra. Marisa Garrido. O Sindicato dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No passado dia 25 de setembro, teve lugar nova reunião negocial entre os sindicatos, o Ministério da Justiça e o Ministério das Finanças, os quais estiveram representados pelo Senhor Secretário de Estado Adjunto da Justiça, Dr. Gonçalo da Cunha Pires, e pela Senhora Secretária de Estado da Administração Pública, Dra. Marisa Garrido.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) voltou, nesta reunião, a elencar junto do Governo as questões que os Oficiais de Justiça exigem ver resolvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Governo informou que o diploma atinente à execução do <strong>Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 676/2025</strong> já se encontra em circuito legislativo. O SFJ acompanhará todo este processo e verificará se assegura os reposicionamentos e pagamentos devidos aos colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltámos a exigir uma solução política quanto aos <strong>eventuais</strong>. Ambos os sindicatos demonstraram, uma vez mais, a urgência (e justiça) da resolução deste problema o quanto antes, sendo a via política a melhor e mais célere forma de o fazer. O Governo demonstrou alguma abertura para tal, ainda que não materializada até à data. Relembramos que o SFJ patrocinou a interposição de várias ações dirimindo judicialmente esta questão, em defesa de TODOS os colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">Informamos todos os nossos associados que não realizámos qualquer comunicação até à data de hoje, uma vez que aguardámos a receção das propostas em concreto.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos <strong>ingressos e promoções</strong>, recebemos hoje um projeto de portaria que regulamenta os procedimentos concursais de ingresso previstos no Decreto-Lei n.º 181/2026. O texto encontra-se em análise e contém ainda matérias por completar. É urgente a conclusão deste processo de regulamentação e a consequente abertura dos respetivos procedimentos concursais. Os tribunais e serviços do Ministério Público encontram-se a trabalhar para lá do limite razoável, aumentando as carências de pessoal de dia para dia (aposentação e não só). Para além do preenchimento dos quadros em falta, é urgente assegurar aos colegas oportunidades reais de progressão na carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Na reunião, a tutela propôs <strong>ajustamentos remuneratórios</strong> &#8211; <u>completamente irrisórios e insatisfatórios, diga-se desde já</u> &#8211; para algumas das situações que o SFJ tem vindo a denunciar.</p>
<p style="text-align: justify;">Relativamente aos <strong>terceiros escalões</strong>, através da<strong> criação de duas posições remuneratórias transitórias</strong>, ambas com produção de efeitos à data de 01.07.2025. Uma para o 3.º escalão de auxiliar, que passaria do nível remuneratório 18 para o <strong>19</strong>, e outra para o 3.º escalão de escrivão de direito / técnico de justiça principal, que passaria do nível 35 para o <strong>36</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentou, também, uma proposta de ajustamento para os <strong>colegas que se encontravam no 6.º escalão</strong> aquando da transição, traduzida em duas situações distintas: com <strong>10 ou mais anos de antiguidade</strong> naquele escalão, e <strong>com 20 ou mais anos de antiguidade</strong> naquele escalão. No primeiro caso, <strong>subida de uma posição remuneratória</strong> na atual tabela remuneratória. E, no segundo caso, a <strong>subida de duas posições remuneratórias</strong>. Tudo com produção de efeitos a 01.07.2025.</p>
<p style="text-align: justify;">Contam-se pelos dedos os colegas abrangidos. Literalmente. E, por isso, sabemos bem a quantos esta proposta (não) aproveita. Inaceitável!</p>
<p style="text-align: justify;">O SFJ, como é óbvio, irá apresentar as suas propostas também quanto a esta matéria, em linha com tudo o que consideramos minimamente justo com vista a uma efetiva e real valorização da classe, de forma a mitigar anos e anos de falta de valorização por parte dos vários governos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, um dos principais problemas mantém-se: o Governo associa quaisquer ajustamentos à celebração de um acordo que abranja também o <strong>modelo de avaliação</strong>. Que fique bem claro: não temos qualquer receio de uma avaliação rigorosa e justa! Aliás, a nossa carreira sempre foi conhecida por ter um modelo de avaliação bastante exigente, sendo que, no Conselho dos Oficiais de Justiça, os vogais eleitos pelos seus pares se encontram em minoria e, portanto, toda e qualquer avaliação é bastante escrutinada. Em quantas carreiras da Administração Pública tal aconteceu ao longo dos últimos 30 anos?</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso mesmo, <strong>não compreendemos, e muito menos aceitamos</strong>, que o Governo teime em apresentar propostas de avaliação que adaptam o SIADAP 3!</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta apresentada pelo Governo adapta expressamente o SIADAP 3 aos Oficiais de Justiça e prevê a sua aplicação subsidiária.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O SFJ defende um</strong> <strong>modelo próprio de avaliação, sem quotas</strong>, <strong><u>e realmente rigoroso</u></strong>, ajustado às funções que exercemos nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, com garantias de independência, em linha com os inúmeros pareceres emitidos pelos Conselhos Superiores e pela PGR.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, rejeitando liminarmente a proposta apresentada, <u>o SFJ irá apresentar ao Governo (uma vez mais) a visão do que deve ser um modelo próprio de avaliação</u>, com a exigência e a independência que as nossas funções exigem, em linha com uma carreira que coadjuva um Órgão de Soberania, assente no mérito real e não em outros sistemas que mais não são do que a promoção de injustiças e que nada têm nada de avaliação justa e equitativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os Oficiais de Justiça não irão aceitar qualquer modelo de avaliação assente no SIADAP!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reafirmámos também, uma vez mais, a exigência do <strong>vínculo de nomeação</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Recebemos, ainda, uma proposta sobre <strong>mobilidade</strong>. Nesta proposta, o Governo pretende manter os movimentos, e regular algumas situações. Propõe, no entanto, eliminar a figura da permuta, algo que não compreendemos. O SFJ, discordando da eliminação das permutas, apresentará os seus contributos quanto a esta matéria, defendendo regras transparentes, mobilidade previsível e respeito pela vida pessoal e familiar de todos os colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">Insistimos, também, na recuperação das progressões cujo tempo foi &#8220;zerado&#8221; a 01.07.2025, no tempo de serviço congelado e na reparação das situações criadas pelas alterações ao regime de aposentação. Estas matérias não ficaram esquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O SFJ elabora e apresenta propostas. Envolve os seus órgãos sociais nas decisões. Nesta reunião, entregámos ao Governo a moção aprovada pela Direção Nacional em 18 de setembro, que admite a apresentação de um aviso prévio de greve caso não sejam apresentadas soluções concretas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Governo apresentou propostas. Mas uma proposta é isso mesmo, uma proposta. E recebê-las não significa aceitá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Como sindicato responsável que é o SFJ, cabe-nos analisar as propostas recebidas, confrontá-las com as reivindicações dos colegas e apresentar as respetivas contrapropostas. O processo negocial, nomeadamente o informal, não é uma “corrida contra o tempo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como é óbvio, a paciência tem limites.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos, por isso, decidir os passos seguintes com responsabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Já pedimos, com urgência, uma reunião à Senhora Ministra da Justiça sobre a avaliação e o vínculo de nomeação, bem como reuniões ao Senhor Procurador-Geral da República e ao Conselho Superior da Magistratura.</p>
<p style="text-align: justify;">Levaremos, também, as nossas posições e preocupações aos grupos parlamentares e ao Presidente da República.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É assim que o SFJ continuará a agir: com propostas, trabalho negocial, informação clara e a força coletiva necessária para defender os Oficiais de Justiça!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>JUNTOS. UNIDOS. MAIS FORTES!</strong></p>
<p style="text-align: center;">O Secretariado Nacional do SFJ</p>
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	Informação Sindical - 29set2026</a>

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		<title>29 de setembro de 2026 &#8211; DRE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 08:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Decreto-Lei n.º 196/2026 &#8211; Estabelece o regime aplicável à assessoria dos juízes e dos magistrados do Ministério Público. Resolução do Conselho de Ministros n.º 186/2026 &#8211; Altera a Resolução do Conselho de Ministros n.º 134/2026, de 24 de junho, que cria a Estrutura de Missão «Agência para o PTRR». Acórdão (extrato) n.º 590/2026 &#8211; Julga inconstitucional a «norma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/196-2026-1174343372" data-link="">Decreto-Lei n.º 196/2026 &#8211; </a>Estabelece o regime aplicável à assessoria dos juízes e dos magistrados do Ministério Público.</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/resolucao-conselho-ministros/186-2026-1174343373" data-link="">Resolução do Conselho de Ministros n.º 186/2026 &#8211; </a>Altera a <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/resolucao-conselho-ministros/134-2026-1138160261">Resolução do Conselho de Ministros n.º 134/2026</a>, de 24 de junho, que cria a Estrutura de Missão «Agência para o PTRR».</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/acordao-extrato/590-2026-1174342764" data-link="">Acórdão (extrato) n.º 590/2026 &#8211; </a>Julga inconstitucional a «norma contida no artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 195-A/76, de 16 de março, interpretada no sentido de a extinção do direito correspondente ao domínio direto numa relação jurídica de enfiteuse, com a consolidação da propriedade plena na esfera jurídica do titular do domínio útil, por força do disposto no artigo 1.º, n.º 1, do referido diploma, quando o titular do domínio direto seja uma pessoa singular com rendimento mensal inferior ao salário mínimo nacional, conferir um direito a indemnização limitado ao pagamento anual, enquanto o titular do domínio direto for vivo, de uma quantia em dinheiro igual a doze vezes a diferença entre o salário mínimo nacional e o seu rendimento mensal ou no pagamento do valor do foro quando este for inferior àquela quantia», na medida em que não garante o direito a uma justa indemnização ao senhorio.</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/acordao-extrato/666-2026-1174342766" data-link="">Acórdão (extrato) n.º 666/2026 &#8211; </a>Julga inconstitucional a interpretação normativa dos artigos 11.º, n.º 2, e 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2013, de 19 de fevereiro, e do artigo 153.º-H do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF), conjugados com o artigo 14.º, n.º 5, da Lei n.º 23-A/2015, de 26 de março, na interpretação segundo a qual a determinação da taxa anual das contribuições periódicas pode ser remetida para instrução do Banco de Portugal, sem que a lei fixe os respetivos limites essenciais, em termos que impossibilitem ao sujeito passivo antecipar, com base no exame da lei, o montante que lhe será exigido; não julga inconstitucionais as demais interpretações normativas objeto do processo.</li>
<li><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/aviso/23984-2026-1174342768" data-link="">Aviso n.º 23984/2026/2 &#8211; </a>Serviço de turno do Tribunal Judicial da Comarca da Madeira.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O perigo e o dever profissional &#8211; Entre Justiça e Humanidade &#8211; CMJornal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 09:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recortes de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Há profissões em que o perigo faz parte do trabalho. A de oficial de justiça é uma delas, embora nem sempre o recordemos ao sair de casa. Numa diligência externa, mandatada para entrar na casa de um executado e proceder à penhora, ouvi uma ameaça que me gelou o sangue: iriam buscar uma arma se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há profissões em que o perigo faz parte do trabalho. A de oficial de justiça é uma delas, embora nem sempre o recordemos ao sair de casa. Numa diligência externa, mandatada para entrar na casa de um executado e proceder à penhora, ouvi uma ameaça que me gelou o sangue: iriam buscar uma arma se eu não saísse. Senti medo. Mas representava a Justiça e tinha um dever a cumprir. Mantive-me firme, procurando que o bom senso prevalecesse. A esposa do executado interveio, chamou-o à razão e deixou-me entrar. Mostrou documentos que comprovavam que a casa e o recheio pertenciam à filha. Lavrei o auto e sugeri o pagamento da dívida em prestações. Só quando regressei ao carro é que as pernas começaram a tremer. Mais tarde, soube que aquela mulher deixara no tribunal um pedido de desculpas e efetuara o pagamento. Nesse dia, o dever falou mais alto do que o medo. Aprendi que a firmeza não dispensa o respeito e que uma intervenção humana pode fazer toda a diferença. Se aquela esposa não tivesse intervindo, talvez eu não estivesse aqui hoje para contar esta história.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-20117" src="https://sfj.pt/wp-content/uploads/2026/09/JH_HO_26set2026-629x1024.png" alt="" width="629" height="1024" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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